«Reguila»:
designa um indivíduo de temperamento irrequieto, traquinas ou difícil.
Tuesday, November 06, 2007
Tuesday, October 30, 2007
I Dare You to Move- Switchfoot
(aqui fica a letra, mas aconselho que deem um pulo a www.youtube.com e oiçam/vejam o video-eu adoro!!)
Welcome to the planet
Welcome to existence
Everyone's here
Everyone’s here
Everybody's watching you now
Everybody waits for you now
What happens next?
What happens next?
I dare you to move
I dare you to move
I dare you to lift yourself up off the floor
I dare you to move
I dare you to move
Like today never happened
Today never happened before
Welcome to the fallout
Welcome to resistence
The tension is here
The tension is here
Between who you are and you could be
Between how it is and how it should be
Maybe redemption has stories to tell
Maybe forgiveness is right where you fell
Where can you run to escape from yourself?
Where you gonna go?
Where you gonna go?
Salvation is here
(aqui fica a letra, mas aconselho que deem um pulo a www.youtube.com e oiçam/vejam o video-eu adoro!!)
Welcome to the planet
Welcome to existence
Everyone's here
Everyone’s here
Everybody's watching you now
Everybody waits for you now
What happens next?
What happens next?
I dare you to move
I dare you to move
I dare you to lift yourself up off the floor
I dare you to move
I dare you to move
Like today never happened
Today never happened before
Welcome to the fallout
Welcome to resistence
The tension is here
The tension is here
Between who you are and you could be
Between how it is and how it should be
Maybe redemption has stories to tell
Maybe forgiveness is right where you fell
Where can you run to escape from yourself?
Where you gonna go?
Where you gonna go?
Salvation is here
Wednesday, October 24, 2007
Saturday, October 20, 2007
Tuesday, October 16, 2007
Quando nos magoamos...
Bem, quando isso acontece, nao há muito a fazer... limpa-se a ferida, desinfecta-se, e então, a cicatrizaçao inicia-se...mas demora tempo, muito tempo...às vezes, tempo de mais! A cicatrização depende do «organismo» de cada um, do seu sistema imunológico...
E mesmo após cicatrizar, fica ali a marca a lembrar-nos, como e porque, nos magoamos.
Bem, quando isso acontece, nao há muito a fazer... limpa-se a ferida, desinfecta-se, e então, a cicatrizaçao inicia-se...mas demora tempo, muito tempo...às vezes, tempo de mais! A cicatrização depende do «organismo» de cada um, do seu sistema imunológico...
E mesmo após cicatrizar, fica ali a marca a lembrar-nos, como e porque, nos magoamos.
Friday, October 12, 2007
A musicalidade desta musica é «deliciosa», ouçam-na...(nao consegui arranjar o videoclip, sorry)
Margarida Pinto - Lembra-me De Nós
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Talvez ele não tivesse dado tudo o que podia
Talvez ela não tivesse a certeza
Um dia sem esperar, um olhou o outro ao acordar
despertou e pensou para si:
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Quiseram os dois que não tivesse sido assim
Mas assim o escolheram
Ainda dormentes, no momento, disseram:
Lembra-me dos sitios onde andei, do que passei
contigo
Lembra-me os momentos que guardei - não tenho
lembranças
Lembra-me dos dias em que vivia por ti
Lembra-me as promessas que te fiz
Se não for demais, lembra-me de nós
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já nã sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Margarida Pinto - Lembra-me De Nós
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Talvez ele não tivesse dado tudo o que podia
Talvez ela não tivesse a certeza
Um dia sem esperar, um olhou o outro ao acordar
despertou e pensou para si:
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Quiseram os dois que não tivesse sido assim
Mas assim o escolheram
Ainda dormentes, no momento, disseram:
Lembra-me dos sitios onde andei, do que passei
contigo
Lembra-me os momentos que guardei - não tenho
lembranças
Lembra-me dos dias em que vivia por ti
Lembra-me as promessas que te fiz
Se não for demais, lembra-me de nós
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já nã sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Friday, September 28, 2007
Wednesday, September 26, 2007
Gostava voltar conseguir escrever... sei lá, agora parece que as palavras não saem!!! e as que saem, pouco sentido fazem! (quem acompanha este blog, os resistentes, acho que reparam na diferença: enquanto no inicio era blá blá blá meus, agora são apenas citações, videos, musicas, enfim, coisas com bastante significado, mas no entanto, não minhas).
Curiosamente, hoje alguem me disse: «começo a duvidar da minha sanidade mental», ao que eu pensei: curioso, eu também!! Depois, surguiu-me: será que é geral? será que andamos todos loucos? parece que sim... parece que anda tudo louco com a vida...com os outros,com o nada e com o tudo, enfim...enfim...enfim... a loucura, a loucura!
Gostava poder dizer tudo o que vai cá dentro (dentro de mim, do meu coração, da minha mente, das minhas entranhas estranhas) mas não consigo! Não consigo, assim como não consigo muitas outras coisas, concluí eu... não consigo arrumar o quarto,não consigo não cantar, não consigo gostar de certas coisas, não consigo comer compotas, nem sardinhas, nem uvas, nem beber vinho, ou sequer cerveja...não consigo andar de bicicleta, não consigo correr 30km, não consigo não beber café, não consigo ter paciência, assim como não consigo fugir de certas coisas... aiiii... mas o pior de todos os «não consigo» é o «não consigo sorrir»...este é que me chateia, me mata e me deixa desolada... porque apesar de ainda esboçar certos sorrisos já não são sorrisos verdadeiros e felizes, como outrora foram...são apenas esboços, tentativas, enganos!
Então é isto, é isto que vai cá dentro, porra: gostava ter de volta os meus «sorrisos»
Curiosamente, hoje alguem me disse: «começo a duvidar da minha sanidade mental», ao que eu pensei: curioso, eu também!! Depois, surguiu-me: será que é geral? será que andamos todos loucos? parece que sim... parece que anda tudo louco com a vida...com os outros,com o nada e com o tudo, enfim...enfim...enfim... a loucura, a loucura!
Gostava poder dizer tudo o que vai cá dentro (dentro de mim, do meu coração, da minha mente, das minhas entranhas estranhas) mas não consigo! Não consigo, assim como não consigo muitas outras coisas, concluí eu... não consigo arrumar o quarto,não consigo não cantar, não consigo gostar de certas coisas, não consigo comer compotas, nem sardinhas, nem uvas, nem beber vinho, ou sequer cerveja...não consigo andar de bicicleta, não consigo correr 30km, não consigo não beber café, não consigo ter paciência, assim como não consigo fugir de certas coisas... aiiii... mas o pior de todos os «não consigo» é o «não consigo sorrir»...este é que me chateia, me mata e me deixa desolada... porque apesar de ainda esboçar certos sorrisos já não são sorrisos verdadeiros e felizes, como outrora foram...são apenas esboços, tentativas, enganos!
Então é isto, é isto que vai cá dentro, porra: gostava ter de volta os meus «sorrisos»
Tuesday, September 18, 2007
Monday, September 10, 2007
Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim
Diz sem querer poupar meu corpo
Eu já não sei quem te abraçou
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu
Quando eu cair
Eu espero ao menos que olhes para trás
Diz que não te afastas de algo que é também teu
Não vai haver um novo amor
Tão capaz e tão maior
Para mim será melhor assim
Vê como eu quero
E vou tentar
Sem matar o nosso amor
Não achar que o mundo é feito para nós
Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim
Ornatos Violeta letras
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim
Diz sem querer poupar meu corpo
Eu já não sei quem te abraçou
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu
Quando eu cair
Eu espero ao menos que olhes para trás
Diz que não te afastas de algo que é também teu
Não vai haver um novo amor
Tão capaz e tão maior
Para mim será melhor assim
Vê como eu quero
E vou tentar
Sem matar o nosso amor
Não achar que o mundo é feito para nós
Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim
Ornatos Violeta letras
Thursday, September 06, 2007
Thursday, August 30, 2007
«Quase
Ainda pior que a convicção do não,
é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata trazendo tudo
que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades
que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas ideias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes,
o que nos leva a escolher
uma vida morna.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
e na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia",
quase que sussurrados.
Sobra covardia
e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima,
o amor enlouquece,
o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos
para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo
no meio-termo,
o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina,
não inspira,
não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio
que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia
à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão,
para os fracassos, chance,
para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar
um coração vazio
ou economizar alma.
Um romance cujo fim
é instantâneo ou indolor
não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.
Gaste mais horas realizando
que sonhando...Fazendo que planejando...
Vivendo que esperando...
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.»
Luiz Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não,
é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata trazendo tudo
que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades
que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas ideias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes,
o que nos leva a escolher
uma vida morna.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
e na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia",
quase que sussurrados.
Sobra covardia
e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima,
o amor enlouquece,
o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos
para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo
no meio-termo,
o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina,
não inspira,
não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio
que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia
à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão,
para os fracassos, chance,
para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar
um coração vazio
ou economizar alma.
Um romance cujo fim
é instantâneo ou indolor
não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.
Gaste mais horas realizando
que sonhando...Fazendo que planejando...
Vivendo que esperando...
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.»
Luiz Fernando Veríssimo
Wednesday, August 22, 2007
eu sei
Papas da Língua
Composição: Serginho Moah e Fernando Pezão
Eu sei, tudo pode acontecer
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
Não sei, porque você disse adeus
Guardei, o beijo que você me deu
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
You say good-bye, and I say hello
You say good-bye, and I say hello
Ohohoh
Yeah yeah yeah yeah
Não sei, porque você disse adeus
Guardei, o beijo que você me deu
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
you say good bye and I say hello
you say good bye and I say hello
ohohohYeah yeah yeah yeah
Papas da Língua
Composição: Serginho Moah e Fernando Pezão
Eu sei, tudo pode acontecer
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
Não sei, porque você disse adeus
Guardei, o beijo que você me deu
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
You say good-bye, and I say hello
You say good-bye, and I say hello
Ohohoh
Yeah yeah yeah yeah
Não sei, porque você disse adeus
Guardei, o beijo que você me deu
Vou pedir, aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar
you say good bye and I say hello
you say good bye and I say hello
ohohohYeah yeah yeah yeah
Sunday, August 05, 2007
Wednesday, July 25, 2007
Friday, July 20, 2007
Monday, July 16, 2007

Antony & The Johnsons - Fistful Of Love
Antony
«I was lying in my bed last night
Staring at a ceiling full of stars
When it suddenly hit me
I just have to let you know how I feel
Staring at a ceiling full of stars
When it suddenly hit me
I just have to let you know how I feel
We live together in a photograph of time
I look into your eyes
And the seas open up to me
I tell you I love you
And I always will
And I know that you can't tell me
And I know that you can't tell me
So I'm left to pick up
The hints, the little symbols of your devotion
So I'm left to pick up
The hints, the little symbols of your devotion
I feel your fists
And I know it's out of love
And I feel the whip
And I know it's out of love
I feel your burning eyes burning holes
Straight through my heart
It's out of love
It's out of love
I accept and I collect upon my body
The memories of your devotion
I accept and I collect upon my body
The memories of your devotion
I feel your fists
And I know it's out of love
And I feel the whip
And I know it's out of love
I feel your burning eyes burning holes
Straight through my heart
It's out of love
It's out of love...»
Friday, July 06, 2007
Tuesday, July 03, 2007
Subscribe to:
Posts (Atom)

se bem que precisei de alguma Nívea para a dor de cotovelo... ufa!!